Brasil e o “boom” de novos produtores na cena do Deep House

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Depois do EDM ter estourado aqui no Brasil, chegou a vez do deep house invadir as pistas dos mais importantes clubs do nosso país. Deep House é conhecido pela melodia complexa, com predominância de notas com tons menores e às vezes sustenidas nos instrumentos, andamento musical entre 110 a 120 BPM, uso de acordes cromáticos subjacentes à maioria das sequências, e uma vibe da Ambient Music, Soul ou Lounge para os vocais (se houver).

Nas primeiras composições (1984-1994), influências da música Jazz foram mais frequentes, usando acordes mais complexos do que as tríades simples que são mantidos por muito tempo e dão às composições um pouco de sentimento de dissonância.

O uso de vocais se tornou mais comum no Deep House do que em muitas outras formas de House music, incluindo vocais soulful (se os vocais estão incluídos), melodias dissonantes lentas e concentradas, com um comportamento suave e elegante.

Músicas Deep House raramente atingem um clímax (“pico de euforia”), ao contrário dos outros subgêneros de House Music, mas persiste como um som confortável e relaxante. O dj/produtor Vintage Culture é o principal responsável por esta mudança. O cara investiu pesado em remixes de clássicos e explodiu com grandes sucessos. Além dele podemos citar vários nomes: Bruno Be, Cat Dealers, Gustavo Mota, Vinne, Kiko Franko… todos estão arrasando com suas tracks que estão sendo tocadas por djs do mundo todo. Vai Brasil!!!

TOPO

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